Pesquisa sobre a Higiene
em locais públicos

Uma recente pesquisa realizada nos Estados Unidos e na Europa informa que a maioria dos utilizadores das casas de banho públicas não está satisfeita com as instalações disponíveis. O estudo foi realizado por um dos maiores institutos de pesquisa dos Estados Unidos - o AIR Marketing Services, Inc.
   Numa
percentagem equilibrada, foram entrevistados homens e mulheres com idades compreendidas entre os 21 e os 65 anos, em muitos casos, portadores de deficiências físicas.



RELATÓRIO FINAL (RESUMO)


   Os resultados do relatório apontam constantemente para alguns factos:

-
Os sanitários são as instalações mais utilizadas num aeroporto;
- Os utilizadores vêem os sanitários públicos como uma das instalações mais importantes de um aeroporto, contudo estão insatisfeitos com
a forma como estas instalações são administradas e projectadas.
-
Os utilizadores preocupam-se com a limpeza e as condições de higiene dos sanitários públicos que irão utilizar. Evitam tocar em louças, descargas, maçanetas ou qualquer parte dessas instalações com medo de se contaminar com germes e bactérias.
-
Sistemas accionados automaticamente e materiais descartáveis são tidos como obrigatórios em qualquer instalação sanitária.
 

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Quais são as preocupações mais comuns entre os utilizadores dos sanitários públicos?


1. A preocupação com a higiene é
o principal motivo de insatisfação.

Alguns comentários incluem:

"Eu levo sempre coberturas extra
s para a tampa de sanita na minha mala."

"Os sanitários públicos estão normalmente sujos e nunca se sabe o que se pode lá encontrar."

"Eu não gostaria de ter que abrir uma maçaneta depois de ter lavado as mãos. Gosto das portas 'vai-vém', elas são muito mais práticas."

"O chão está sempre molhado e sujo nas casas de banho públicas."


2. O relatório classificou a privacidade como a segunda preocupação para os entrevistados:

"É constrangedor ver os outros a urinar enquanto aguarda sua vez no urinol. Um espaço reservado e individual seria muito melhor!"


3. A preocupação com a segurança dos objectos pessoais e a conveniência foram classificadas em terceiro e quarto lugares, respectivamente.

"As paredes e as portas deveriam ter cabides para pendurar os nossos
objectos. Além disso, o espaço por baixo da porta é muito grande. Roubaram-me a minha pasta por baixo da porta."

"Poderia existir uma pequena estante sob o lavatório, larga o suficiente para por a minha pasta. Eu normalmente tenho de a segurar entre os joelhos enquanto lavo as mãos, porque o balcão está sempre muito molhado."


Algumas opiniões dos utilizadores que devem receber atenção especial:


De uma forma geral, os utilizadores dos sanitários:

- consideram-nos sujos e anti-higi
énicos;
- evitam tocar em qualquer parte do sanitário público com medo de contaminação;
- os sanitários não são projectados de modo a satisfazer as necessidades de segurança;
- os viajantes preferem uma cabine individual que usar um separador num sanitário público;
- as tampas de sanita deveriam ser sempre branc
as para demonstrar que estão limpas;
- os sistemas de ventilação deveriam ser considerados;
- o uso de sacos desodorizantes mantém o ar com odor fresco;
- muitas pessoas trazem coberturas de assento de sanita extras na mala ou forram os assentos com papel higiénico;
- as tampas de sanita deveriam ter uma manivela pequena ao lado para o elevar ou baixar, sem a necessidade lhe tocar;
- os dispositivos automáticos deveriam ser um imperativo.
As pessoas não querem tocar em nada numa casa de banho pública;
- melhorias e sistemas de impermeabilização também são um imperativo para muitos utilizadores.

   Sem dúvida, um dos problemas mais sérios com os estabelecimentos públicos é a falta de providências de design específicos para mulheres. Este foi uma das principais discussões levantadas durante o estudo. O problema ocorre pois a grande maioria das mulheres não se senta nas casas de banho dos estabelecimentos públicos como fazem em casa. Numa pesquisa administrada na Grã-bretanha, descobriu-se que quase 96% das mulheres entrevistadas afirmaram nunca se sentarem na sanita de estabelecimentos públicos, se as coberturas de assento não estiverem disponíveis. Ao invés de se sentar, eles sustêm-se ou agacham-se para evitar qualquer contacto com a instalação.
   Frequentemente os resultados são pingos de urina no assento, na sanita e no chão. (Bathroom, Alexandra Kira, King Press, Nova Iorque, 1976.)

   
As coberturas para tampas de sanita são um imperativo e deveriam ser indispensáveis em todas as casas de banho públicas. A maioria dos utilizadores, inclusive homens, mulheres, e deficientes físicos, usam coberturas para tampas de sanita regularmente. Contudo, as coberturas plásticas normalmente estão em cima das sanitas, local que, em muitos casos, representa um desafio para deficientes físicos.


O TESTE


   Reconhecendo tal dificuldade, alguns fabricantes foram desafiados a desenvolver dispositivos de cobertura de assentos automatizados que dispensassem uma cobertura feita de plástico.
   O estudo aplicou testes em duas coberturas de assentos sanitários automáticos actualmente disponíveis no mercado. Nos dois casos o material usado pela cobertura não permitiu a passagem de humidade, e seguramente evitou a contaminação através de germes e bactérias nocivas à saúde. No primeiro modelo, a pessoa activava o sistema pressionando um botão ao lado da unidade, o que poderia levar a uma contaminação. Já no segundo modelo, não permitia nenhum contacto directo do utilizador com o sistema, pois o sensor detectava um leve passar de mãos à sua frente e iniciava o processo de higienização.

   As pessoas certificavam-se que o sistema estava a trabalhar correctamente e que a cobertura protectora era eliminada a cada uso. Dos dois meios de activação de cobertura de assento descritos acima, os utilizadores claramente preferiram o produto com o accionamento de sensor automático, sobretudo os utilizadores portadores de deficiências físicas que assim não necessitam de grandes esforços para activar o sistema.


O que os utilizadores disseram:


"Eu uso sempre uma cobertura plástica
para a tampa de sanita quando esta está disponível, mas elas nunca são grandes o suficiente para cobrir a tampa correctamente. Definitivamente é preciso desenvolver um método diferenciado."

"Uma cobertura
para a tampa de sanita automatizada é agradável contanto que esteja a trabalhar correctamente. Eu quero alguma garantia que estou a adquirir uma cobertura unica e nunca antes utilizada.

"A cobertura de assento automática com o sensor electrónico é melhor. Não é necessário tocar no sistema. Também gosto de ver que uma cobertura nova está a ser utilizada a cada troca."


CONCLUSÃO


   Os utilizadores preocupam-se com a limpeza e as condições de higiene dos sanitários públicos que irão utilizar. Evitam tocar em louças, descargas, maçanetas ou qualquer parte dessas instalações com medo de se contaminar com germes e bactérias. Sistemas accionados automaticamente e materiais descartáveis são tidos como obrigatórios em qualquer instalação sanitária. Embora este estudo tenha sido realizado apenas em sanitários de aeroportos, podemos imaginar que as conclusões apresentadas nesse relatório representam a opinião da maioria da população. Desta forma, as mesmas exigências sanitárias anteriormente descritas devem ser consideradas em todo e qualquer estabelecimento de utilização pública.

 

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